Bat Viet

A mudança no clima é visível em Berlim e a cada dia a temperatura vai caindo. Às 22:30, por exemplo está 13 graus, mas a temperatura pode chegar aos 8 graus no meio da noite.

Os lugares fechados costumam ser quentes e é necessário tirar o casaco se estiver usando um. Na casa das pessoas que eu fui todo mundo tira o sapato na entrada (como acontece na Ásia). É um hábito bem higiênico que mantém a casa limpa mais tempo. Já adotamos.

Amanhã tem happy hour depois da aula de alemão. Parece uma boa oportunidade de conhecer melhor o pessoal da minha sala. Até agora eu sei que a brasileira (38 anos) está acompanhando o marido que trabalha na Embaixada, o iemenita é diplomata (50 anos), a francesa veio aprender alemão (30 anos), o australiano está fazendo um pós-doutorado (35 anos), a venezuelana (26 anos) veio com namorado e um filho recém-nascido. O sírio (16 anos) e o iraquiano (17 anos) estão apenas estudando aqui e vieram com a família. A chinesa e a israelense não apareceram mais na aula.

Hoje peguei o jantar em um restaurante vietnamita aqui do lado. Muito bom! Os rolinhos de arroz com legume estavam excelentes e o macarrão também. O lugar é bem simples. O dono faz a comida e cobra. Apesar de ter mesas e um ambiente bem bacana, não tem garçom. Cada um pede, paga e pega no balcão. O preço é bem convidativo: 3 rolinhos de legumes e um macarrão oriental para duas pessoas saiu por 9 euros. A comida não tem gosto de shoyu com glutamato monossódico como acontece no Brasil. O sabor lembra realmente a comida vietnamita que eu experimentei em Hanói. Sabores delicados, especiarias e tudo muito fresco e leve. Sensacional!